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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Ora, hoje é quinta feira e não vou falar de PUTAS!

As férias tertulianas terminaram e vamos (espero eu) voltar outra vez com montes, toneladas de baboseiras!
E como decidi eu mesmo quebrar o silencio tertuliano vou escrever a minha crónica antiga: Se não sabia fica a saber!





Novo Acordo Ortográfico

No ano de 2009 entrou em vigor em Portugal um novo acordo Ortográfico, e em 2015 será obrigatório a adoção das novas normas ortográficas.
Este acordo é fruto de um longo trabalho desenvolvido pela Academia Brasileira de Letras e pela Academia das Ciências de Lisboa, com o intuito de criar uma única norma ortográfica consensual entre todos os membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

O que ninguém sabe é que no ano de 9600 antes de JC, numa pequena ilha localizada "na frente das Colunas de Hércules" conhecida pelo nome Atlântida ou Atlantis (em grego, Ἀτλαντίς - "filha de Atlas"), já a população Atlanta se debatia com as adversidades da evolução linguística da altura! Ninguém se entendia e cada um escrevia e falava como bem lhe apetecia, ao ponto de cada um inventar o seu próprio dialeto.
Ora, numa ilha com aproximadamente 5000 mil habitantes e 2354 variantes da mesma língua, era a selvajaria total ao nível literário (um pouco como hoje em dia na World Wide Web, que qualquer PUTA pode fazer um blog e escrever o que lhe apetece).


Foi então que certo dia, solarengo, Idiotus Malaquias, rapaz de 19 anos decidiu compilar um manual onde juntava todos as formas de preferir uma palavra. Dicionarius Atentus, amigo de Idiotus decidiu ajudar o amigo, tomando também ele, nota de todas as palavras de que tinha conhecimento. No total os dois amigos juntaram 270 mil vocábulos, 70 mil entradas lexicais, 170 mil acepções, mais de 100 mil sinónimos e antónimos e mais de 33 mil abonações de autor as quais não conseguiram empregar qualquer sentido.

Convicto que seria este manual o que iria unir o povo Atlanta, Idiotus deslocou-se ao estremo mais a sul da ilha subiu a um escadote e pregou com toda a força da sua garganta as razões pelas quais se deveria seguir as suas regras de ortografia. Dicionarius sentiu-se, após a iniciativa do amigo, abstraído dos louros de tal revolução linguística, e por vingança decidiu mudar ligeiramente algumas palavras e foi para o ponto oposto da ilha do qual se encontrava Idiotus, também subiu a um escadote e bradou alto e em bom som a todos os que o podiam ouvir as suas razões de ser o seu manual melhor do que o de Idiotus

Metade da população rumou a sul e adotou as regras de Idiotus, e a outra metade foi para norte e começaram a escrever e a falar segundo Dicionarius. Dois anos depois, devido a má distribuição de peso da população sobre a ilha, esta partiu-se ao meio e afundou-se no mar Mediterrâneo!

Mural da estória (não, não está mal escrito, na próxima crónica explico a diferença entre "estória" e "história") : Escrevas lá como escreveres, se deres erros ortográficos mete as culpas no Acordo que está sempre a mudar! 

(Sublinhei algumas palavras neste texto, se alguém imaginar porque razão o fiz envie um mail a dizer o que acha que sabe e pode ganhar uma t-shirt tertuliana.)


   tertuliacordeburroafugir@gmail.com   

NOTA: Todo o conteúdo deste blog é baseado em factos reais sendo que se torna muito difícil distinguir a ficção da realidade. Todas as imagens neste blog são descaradamente roubadas aos seus legítimos proprietários, desculpem lá qualquer coisinha! Se querem deixar o vosso desagrado façam-no aqui ou em: Tertulia Cor-de-Burro-a-Fugir no Youtube

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Expectativa

Expectativa (ou expetativa segundo o acordo Ortográfico de 1990), é um nome feminino que deriva de expectar, do grego que significa esperar, mais o prefixo -tiva, fundidos por aglutinação. Expectativa significa como todos devem saber: "esperança fundada em promessas ou probabilidades; expe(c)tação".


Nesta parte da Crónica "Se Não Sabia Fica a Saber...", começava agora por contar um história mais ou menos real com base na palavra que dei o significado. Mas desta vez a palavra vai dar tema para o desafio que vou propor aos outros cronistas deste blog: "Que expectativas tinham quando começaram a colaborar no Tertúlia, e que expectativas têm agora."




Quando a ideia surgiu, isto lá para os finais do ano de 2009, eu nem imaginava que isto se tornasse tão importante para mim como é agora. Este não é o formato original, é uma evolução (não sei se natural ou forçada) da ideia original que nasceu na cabeça de uma boa amiga minha, Catarina Vilanova! Ah pois é, para o mal de alguns e para o bem de muitos a responsabilidade recai sobre os ombros desta senhora!



Já não me lembro ao certo quais era as minhas expectativas, sei que com o Tertúlia Cor-de-Burro-a-Fugir reacendi velhas amizades, conheci novas pessoas, e até cheguei a perder amigos. Tomei muitas decisões erradas (não sou sozinho na culpa porque este blog são mais pessoas...) em relação a qual poderia ser um bom caminho para o Tertúlia, e neste momento eu vivo e respiro Tertúlia Cor-de-Burro-a-Fugir (mesmo que no principio eu nem tenha gostado muito do nome...), e, não sei o que esperar dele. O que tenho aprendido, (muitas vezes da pior maneira) é que tenho de o deixar "evoluir" sozinho, não sei que esperar dele, mas é sem duvida nenhuma uma das coisas mais preciosas que tenho e vou protege-lo de tudo e todos dê por onde der!



Enquanto colaborador autor no blog, bem, sou dos que mais falha nas publicações, não sou de maneira nenhuma nem fui o mais visualizado (porra), mas no final não é essa a minha intenção. Este é um "trabalho" que sem uma boa equipa de pessoas, (como já tivemos, e voltaremos a ter em breve), que têm de gostar mesmo, mas mesmo de colaborar nisto. Tivemos altos e baixos, mas, e sem duvida nenhuma, nunca o Tertúlia esteve tão forte! Podem ver pelo numero de visualizações diárias (300 a 400) e a media mensal que no mês passado atingiu as 4650 visualizações, e este mês também lá chegaremos.

A todos os que lêem o Tertúlia Cor-de-Burro-a-Fugir, muito Obrigado.
    


Aos que não nos compreendem, Desculpem.

Aos que não gostam de nós, AZARITO!!


Dario Martins©




NOTA: Todo o conteúdo deste blog é baseado em factos reais sendo que se torna muito difícil distinguir a ficção da realidade. Todas as imagens neste blog são descaradamente roubadas aos seus legítimos proprietários, desculpem lá qualquer coisinha! Se querem deixar o vosso desagrado façam-no nestes links:(http://tertuliacordeburroafugir.blogspot.com/)(http://www.youtube.com/tertuliacordeburro)

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Epifania

"Epifania", substantivo feminino, é uma festividade religiosa, em memória da manifestação de Cristo aos gentios. A Epifania do Senhor (do grego: Ἐπιφάνεια, : "a aparição; um fenómeno miraculoso" - Derivação do latim: "epiphania".) é uma festa religiosa cristã que se celebrava no dia 6 de Janeiro, ou seja, doze dias após o Natal, porém, a partir da reforma do calendário litúrgico em 1969 passou a ser comemorada 2 domingos após o Natal.

Mas não é esta "epifania" que estamos a tratar hoje, mas sim "epifania" - Uma súbita sensação de realização ou compreensão da essência ou do significado de algo. A origem desta forma abstracta da palavra "epifania" remota ao ano de 1969, no Algarve, mais precisamente no dia 28 de Fevereiro na Praia da Rocha.

Epifania, rapariga nos seus ainda 21 anos, lindíssima, loura, 1,70m, olhos azuis e farto peito (36 copa D), usando termos de hoje: "Boa todos os dias...".

Epifania trabalhava nessa altura na industria conserveira em Portimão, era grande adepta das saidas à noite, corria os bares da Praia da Rocha de uma ponta à outra. Certa noite conheceu Baltazar Promíscuo, 25 anos, bem constituído, Baltazar Promíscuo era assediado por todas as mulheres, mas era buuuuuuuuurro que nem uma pedra, burro mas bonito...

Epifania bebericava o seu Tequila Sunrise quando Baltazar se acercou dela:

Baltazar - Então ó boa? ...

Ao escrever esta história tive uma epifania, o Tertúlia Cor-de-Burro-a-Fugir vai oferecer 5 T-shirts a 5 pessoas, e quais são as condições para ganhar as t-shirts???

1º Tem de deixar um comentaria neste Post dizendo que pretende inscrever-se:
http://tertuliacordeburroafugir.blogspot.com/2011/04/epifania.html

2º E depois é esperara por indicações!

Não haverá limite de inscrições mas só 5 ganharam! Quem é fã do Tertúlia quem é?


NOTA: Todo o conteúdo deste blog é baseado em factos reais sendo que se torna muito difícil distinguir a ficção da realidade.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Auferir


Auferir é um verbo transitivo, que deriva do latim: "aufero". Que significa: tirar, levar, remover, roubar, obter, colher, lucrar, gozar... etc... etc...
Basta mencionar um dos significados e pensamos logo nos Políticos Portugueses... Não pensam?


Pois é, e foi com Sócrates, (o Filosofo Grego do século XIV antes de JC, não confundam os nomes...) que Auferir adquiriu os sinónimos que conhecemos hoje em dia.




Aufero, era o melhor amigo de Pseudónymos CrayticusAufero era discípulo de Sócrates (Volto a referir, o Filósofo Grego do século XIV antes de JC), e como todos já tem conhecimento, a pratica costume dos mestres filósofos para com os seus discípulos era IG (para quem não sabe clique aqui no link azul: "IG" ), mas Aufero não recebia "IG" do mestre Sócrates (O grego porra.). Porquê? Perguntava-se o jovem pupilo:

- "IG" para todos menos para mim? (Dizia ele para si mesmo)

Sócrates (O Filósofo porra.) não gostava do rabo peludo de Aufero, pobre rapaz, sofria de uma condição clínica a que hoje em dia conhecemos pelo nome de: Hipertricose (Clicar na palavra Hipertricose para saber o significado).
Desta feita, Aufero começou a tomar atitudes rebeldes (Tal como qualquer outro teeneger dos nossos tempos.), para chamar à atenção do seu mestre, tornou-se cleptomaníaco, desviava tudo e mais alguma coisa, mudava-as de sitio, roubava-as e vendia-as para lucrar, mas ao em vez de se silenciar, contava o que tinha feito, a que Sócrates (Sublinho mais uma vez que me refiro ao Filósofo Grego do século XIV antes de JC), exclamava em fúria:

- Aaaufeeeerooo!!!


Ouvindo isto, os outros pupilos do mestre começaram gradualmente a associar a palavra Aufero com praticas ilícitas. Finalmente, Sócrates (Preciso dizer outra vez quem é?), apercebeu-se que afinal o que Aufero queria era ser visto como igual, e contratou um cego para lhe fazer "IG", e passou-lhe a cleptomania.





Por outras palavras, se o nosso Sócrates (Sim, este é o tal pseudo-engenheiro Português.), tivesse "IGado" uns quantos Boys (Assessores, tachos e outros que tais...) no Governo, o país não estava na situação que está. E não haveria tantos cidadãos a exigir "IG" para o Sócrates (Sim o ex-Primeiro Ministro).






Dario Martins ©Tertúlia Cor-de-Burro-a-Fugir


NOTA: Todo o conteúdo deste blog é baseado em factos reais sendo que se torna muito difícil distinguir a ficção da realidade. Todas as imagens neste blog são descaradamente roubadas aos seus legítimos proprietários, desculpem lá qualquer coisinha! (http://tertuliacordeburroafugir.blogspot.com) (http://youtube.com/tertuliacordeburro)

segunda-feira, 21 de março de 2011

Reputação

Reputação (do latim reputatione) é a opinião e/ou uma avaliação social pública em relação a uma pessoa, um grupo de pessoas ou uma organização. Constitui um importante factor de avaliação de credibilidade em muitos campos, tais como negócios, comunidades online ou status social.



É de conhecimento geral que, muitas vezes a reputação de alguém não coincide com a verdade, veja-se então a história que deu origem a palavra Reputação.




Quíron (em grego: Χείρων, que se traduz: Kheíron, "mão"), jovem centauro filho de Cronos e da a ninfa Filira, era diferente dos outros centauros. Como é do domínio comum, tanto centauros como sátiros e todas as espécies bastardas mitológicas que originam no cruzamento entre Deuses, Semi-Deuses e outros seres, na maioria humanos ou ninfas, têm tendência para serem contumazes, bêbados indisciplinados, delinquentes sem cultura e propensos à violência. Isto não se aplicava ao feitio delicado e perspicaz de Quíron, ele era uma verdadeira flor-de-estufa, como se diz hoje em dia. Passava os dias a tocar a sua trombeta e a cavalgar pelos prados, e certa vez ignorando os avisos de sua mãe Filira:

- "Quiron, não corras e toques a tua trombeta."
- "Ó mãe, não vês que assim o som fica diferente..."

...Quiron cavalgava alta velocidade e tocava a "Satisfaction" dos "Rolling Stones" (sim, eles são assim tão velhos, não se vê logo?) e tropeça numa pedra batendo de cara no chão e enfiando metade da corneta garganta a dentro... Por sorte passava por ali o sátiro Reputasson filho de Safo, que ao ver Quiron aflito o tentou ajudar: Prendeu a extremidade larga da trombeta entre as pernas, apoiou as mãos nos ombros de Quiron e cada um puxava para seu lado... Ao longe Hércules que descansava à sombra de uma árvore depois de ter carregado com o planeta as costas, testemunhou tudo isto mas de um ponto de vista que não dava para ver a trombeta, e de seguida foi para Atenas contar a todos o que tinha visto. Claro que conseguem imaginar o que ele contou, porque foi por volta dessa altura que nasceram as seguintes palavras e que adquiriram o significado que tem até hoje: Safo, Reputação, e um calão vulgar que descreve a pratica sexual oral: Trombada.

Moral da história: mais vale fazer o que diz a tua mãe do que ficar com a trombeta presa e todos pensarem que estas a fazer uma trombada... e ficas com a reputação estragada.


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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Benvindos ao Primeiro Fevereiro de 2011

Benvindos ao primeiro Fevereiro de 2011!

De facto, e como podemos comprovar, o primeiro Fevereiro de cada ano, veio para ficar!
À semelhança dos primeiros restantes meses do resto do ano, o primeiro Fevereiro tem todos os dias da semana repetidos algumas vezes, no entanto, menos que os restantes meses.
"E no princípio haviam dois" - É assim que podemos descrever o início dos tempos no que aos meses diz respeito. E, de facto, no início existiam dois Fevereiros. Um com 28 dias e outro com 29. Eram o "28 του Φλεβάρη" e o "29η Φεβρουαρίου". No entanto, já na antiga Grécia, começaram a haver discórdias em relação aos Fevereiros.
Aristóteles, grande filósofo, discípulo de Platão. Foi dele que surgiu a inovadora ideia de passar a existir só um Fevereiro. Como qualquer outro discípulo, e de um discípulo outra coisa não se esperava, Aristóteles era um puto rebelde, e como qualquer bom rebelde, marrou de frente com os ensinamentos do seu mestre, Platão. A discórdia residia no facto de Platão defender que o ano havia de ter 394 dias por causa da apanha das uvas. Já Aristóteles defendia os 366 dias no ano, de modo a melhor controlar o período de fertilidade feminino.
E durante anos esta guerra durou... Platão morre a 347 a.c., mas como o seu filho, Espeusipus se torna o novo director da sua academia, Aristóteles não conseguiu impôr a sua ideia dos 29 dias de Fevereiro. Nesta altura, Aristóteles sai da Academia e refugia-se numa ilha de lésbicas bissexuais, Lesbos, onde conhece duas elegantes amigas, Pithias e Herpyllis. Depressa consegue seduzir a primeira de quem teve uma filha do mesmo nome da mãe, Pithias. Herpyllis andava sempre por perto do casal, sendo que ainda hajam incertezas se a miúda era mesmo filha de Aristóteles, ou se não seria filha de Herpyllis. Fica a dúvida a pairar na consciência da humanidade. Algures entre o período de 335 a.c. e 323 a.c. Pithias morre misteriosamente com uma cacetada de um disco dos jogos olímpicos. Nunca se descobriu a origem do lançamento de tal arma mortífera.
Sem que nada o fizesse esperar, Aristóteles casa com Herpyllis, só para se arrepender mais tarde, visto que ela o enganava com outras lésbicas das redondezas, dando-lhe herpes.
A disputa dos Fevereiros continuava, nesta altura entre Aristóteles e Espeusipos, filho de Platão, mas algo considerado um milagre por alguns e uma tragédia grega para outros acontece. Espeusipos reconsidera a sua posição e entra em acordo com Aristóles, concedendo-lhe o seu Fevereiro de 29 dias, mas só de quatro em quatro anos.
Hoje sabe-se que Herpyllis, mãe do filho de Aristóteles, era amante de uma das contínuas do Lykeion (termo original de Liceu), fundado por Aristóteles. Essa contínua, por sua vez, deitava-se debaixo de Espeusipos três vezes por semana, sendo que a mando de Herpyllis, deu uma palavrinha ao também teimoso filho de Platão, a favor de Aristóteles. Esta salganhada de relações amorosas resultou nos Fevereiros que conhecemos hoje em dia.


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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Paradoxo

"Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor nos corações humanos amizade, se tão contrário a si é o mesmo Amor?"
"Paradoxo" é uma figura de pensamento que consiste quando a conotação extrapola o senso comum, ou seja, a lógica. Isto é o mesmo que dizer: "Consigo dizer melhor o que penso quando calado."

Palavra que até aos nossos tempos, momento em que nós por cá no Tertúlia decidimos decifrar a sua real origem, era conectada com a filosofia moral usada nos debates sobre ética, remontando a aurora da renascença, período que decorreu entre os séculos XIV e XVI. Altura esta em que um jovem aprendiz de seu nome Domingo Xoviero de 19anos, é contratado por o próprio Leonardo da Vinci. E passo a descrever como foi essa entrevista para emprego:

- "Como te chamas?"
(Perguntou Leonardo enquanto rabiscava nos seus apontamentos sem nunca levantar a cabeça para olhar o rapaz, e em italiano obviamente.)

- "Domingo Xoviero, Grão Mestre!"

Leonardo, sem tempo a perder apelidou-o de Doxo e mandou-o ir-se apresentar ao encarregado e começar ao trabalho. Grande como era a casa em Milão do génio italiano, Doxo perde-se pelo caminho e esbarra com uma linda camareira, roliça, como se diria hoje em dia: "Boa todos os dias, como as miúdas da ESGHT - Campus de Portimão". De seu nome Francesca, olhos verdes, cabelo negro comprido, ela tinha um dom, conseguia detectar, encontrar, localizar todo e qualquer homem que fosse virgem, e, acreditem, ela depois de os encontrar incumbia-se a si mesma a majestosa tarefa de alterar o seu estado de conhecimento sexual. Pobre, ou feliz Doxo, depende do ponto de vista, caiu nas garras desta bela mulher, puxado para dentro de uma ali próxima arrecadação enquanto Francesca o beijava e com as mão o despia, Doxo acreditava-se estar num sonho, tanto tinha conseguido o trabalho que sempre desejou e no mesmo dia, uma mulher linda o desejava de tal maneira que o devorava de tanto desejo. (Esta parte da História é impropria a menores, é de teor sexual pornográfico, mas estou entusiasmado e não o consigo evitar.) Ajudando Doxo "entrar" em si, Francesca exclamava frases de desejo como:

- "ooooooooo sim Doxo, sim, isso... Não pares Doxo..."

Doxo, entusiasmado (ainda mais que eu), Foi-se a ela como um touro...

-
"Ai... Não... Assim não, assim fico louca... Não... Pára... Doxo..." (
Doxo parou assustado pensando ter ouvido: "para Doxo..." Ao que Francesca exclama:)

- "Porque paras-te Doxo? Continua Doxo, não pára Doxo... mhmmmmmmmmmm..."

Por ali passava O Grão Mestre Leonardo, mergulhado nos seu pensamentos nem reparando que tinha ouvido o que ouviu e teve uma epifania: "paradoxo" algo para discutir na próxima tertúlia sobre ética com o seus confrades Iluminati, uma declaração aparentemente verdadeira que leva a uma contradição.
Mais tarde após a pratica do "Coitus interruptus" na arrecadação (Leonardo só inventaria o preservativo anos depois), Doxo finalmente encontra o encarregado, que lhe indica uma túnica típica da Grécia antiga, e, lhe diz que o seu trabalho será depois da porta para a qual apontava. Ao entrar Doxo depara com o Grão Mestre, como foi trazido ao mundo em cima de uma enorme cama redonda, encaracolado o dedo indicador esquerdo como quem em forma de chamamento (Leonardo era ambidextro, poderia-o ter feito com qualquer das mãos). Conta a história que um horripilante "IIIIIIIIIG" foi ouvido por toda a cidade de Milão.

O soneto de Camões, paradoxo sobre o amor, dedico à pessoa que preenche o vazio na minha vida.

A história sobre o paradoxo é em tributo a malta da ESGHT - Campus de Portimão





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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Pseudónimo

Pseudónimo "nome masculino", nome suposto sob o qual alguns escritores publicam as suas obras, e/ou "adjectivo", que subscreve as suas obras com um nome que não é o seu.
Do grego antigo (pseudónymos) ψευδώνυμος, composto de ψευδο- "pseudo-" e ὄνομα "nome", ou seja, "nome falso", Pseudónymos, antes de se tornar um "nome masculino" e/ou um "adjectivo", era na verdade um "nome próprio".

Pseudónymos Crayticus, nascido na Grécia (século VIII antes de J.C.), inventou na altura o que se domina hoje por "trolling" - cometar e criticar o trabalho dos outros sem ter conhecimento e/ou fundamente se não mandar abaixo só por não ter nada melhor para fazer - Como assim? Perguntam bem! Porque não havia a World Wide Web, mas havia a "wέα wδιαβάστε wδημοσιεύει", que era nada mais nada menos que uma espécie de blog onde autores de altura publicavam as suas histórias ficcionais ou vicissitudes reais, deixando-as assim disponíveis a serem comentadas por quem quer que seja, porque por baixo de cada "post" (era um grande placard de madeira onde eram afixados rolos de pergaminho com os textos) era fornecido um espaço onde qualquer um poderia dar a sua opinião em relação ao que ali tinha sido escrito!

Pseudónymos escrevia semanalmente, coisas enfadonhas como por exemplo quantas vezes o seu mestre lhe fazia "IG", ou como uma vez levou um valente pontapé no "τοντομέαεδώότιείναιμεταξύτωνντομάταξύταξ", e quando não tinha nada para escrever contava a sua triste história amorosa!
(Se não sabem os significados de "IG" e "τοντομέαεδώότιείναιμεταξύτωνντομάταξύταξ" basta clicarem aqui nas palavras azuis)
Certo dia, os gestores da www decidiram deixar de despender da crónica de Pseudónymos, por motivos que ainda hoje nos são desconhecidos ou porque simplesmente precisavam de espaço para coisas melhores, foi por volta dessa altura que um jovem escritor lá começou a publicar uma rubrica de seu nome "Odisseia". Pseudónymos magoado começou a deixar comentários ofensivos e criticas sem fundamento ao jovem escritor, e ao invés de assinar com o seu próprio nome, usava então o nome de seu pai: Anónimus.

Mais tarde Anónimus foi vitima de um linchamento publico onde lhe cortaram uma parte do corpo que fica muito próximo de "τοντομέαεδώότι...", e Pseudónymos, que até nem gostava muito do pai porque este, quando ele era pequeno, tinha se recusado a comprar-lhe uma escrava Etíope, continuou desta feita a comentar de forma pouco coerente os "postes" de outros escritores, e assinando com o nome de outros.

Anos mais tarde Pseudónymos perdeu a oportunidade de herdar a fortuna de uma tia abastada que vivia em Atenas, porque teve um esgotamento nervoso e deixou de saber quem realmente ele era, por ter durante décadas assinado com nomes falsos. Por isso mais vale assinar o nosso nome não vá uma tia rica bater as botas e ficamos sem chavo.



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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Missionário

"Missionário" é alguém que tem por função pregar a sua religião em locais onde ainda não tenha sido difundida. Pelo menos é esta a definição que temos nos nossos dias, porque na realidade, "missionário" na sua língua de origem, o inglês: "missionary", pura e simplesmente significava: "miss you Nary" em português: "sinto a tua falta Nary", que mais tarde e ao longo dos tempos se tornou na palavra que hoje conhecemos. Mas quem era "Nary" afinal? "Nary" era um jovem índio de 24 anos que viveu na América do Norte, Plymouth, Massachusetts, por volta do ano de 1620, altura em que se acredita ter sido realizada a primeira "Thanksgiving Day", em Português: "Dia de Acção de Graças". Nery, índio musculado sempre de tronco nu, cativou o olhar de uma jovem colona, Mary de 21 anos. Mary, era casada com o pregador Gabriel Cooper de 65 anos. Conta a história que na mesma noite, que foi festejada a primeira "Thanksgiving", e quando estavam todos sentados nesta grande mesa comprida, Mary e Nary ficaram sentado frente a frente, Mary, jovem mulher, cheia de vontades eróticas olhando o corpo meio nu desse jovem sentado a sua frente, tirou um sapato e aproximou o seu pé descalço da virilha de Nary.
Pouco há mais a contar, o que aconteceu a seguir foi que Mary e Nary conseguiram escapulir-se da celebração, e fizeram tórrido amor durante quase toda a noite. Alguns dias mais tarde Nary, que fazia parte de uma tribo nómada, partiu com esta, para nunca mais ser visto.
Entretanto podre Mary, deixada para trás, obrigada a cumprir todos os seus deveres matrimoniais, como por exemplo fazer o amor com o seu marido queixava-se para si mesma na sua língua nativa: "miss you Nary", enquanto o sexagenário seu esposo se satisfazia deitado em cima dela, até ao dia em que Gabriel Cooper ao atingir o orgasmo ouviu Mary prenunciar aquelas palavras:

- Quem é o Nary? Do que estavas a falar minha queria? (perguntou o velho pregador)

Ao que Mary muito atrapalhada respondeu:

- Não é ninguém meu querido, eu estava era aqui a pensar que nós, os peregrinos, só deveríamos realizar o coito de uma só forma, e que o nome dessa forma fosse «missionary»!

Senil e bêbado como era, Gabriel Cooper achou uma óptima ideia, e auto-intitulou-se o primeiro missionário. E desde então assim tem sido!







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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Períneo

"Períneo" é a região do corpo humano que começa, para as mulheres na parte de baixo da vulva e estende-se até o ânus. No homem, localiza-se entre o saco escrotal e o ânus. Em Grego "Περίνεο", esta palavra que nos nossos dias define a localização de uma determinada zona da anatomia humana, tal como o "Calcanhar de Aquiles", adquiriu essa designação também por causa de alguém, um jovem de seu nome Períneo. Homem macho, e melhor amigo do herói Aquiles, este embarca também a conquista de Tróia, sem saber que seria o seu fim, mas mesmo assim, seu nome perdurou nos anais da História e da Anatomia. todos já sabemos ao que se deveu o principio da "Guerra de Tróia", que pela falta de escrúpulos de um rapaz chamado Octávio e um queixinhas da mama, Equinócio, se travou a mais sangrenta batalha que se tem memória. O ano 1232 antes de JC, um ano após isso, Aquiles e Períneo já se encontravam dentro das muralhas da cidade, depois de terem levado os troianos a querer que tinham regressado a Esparta para chorar no regaço de suas mãe. Aquiles, Príncipe dos Mirmidões, era, tal como Períneo, hábeis guerreiros, mas não imortais ou invulneráveis a serem trespassados como contam as lendas, longe disso, mesmo assim, dizimavam tropas troianas qual Arnold Alois Schwarzenegger no filme "Comando". Entretanto por ali estava Esperanza Rodriguez, (sim, os teóricos da história também ficaram a pensar isso...) citando agora alguém que não me lembro agora quem é, ela era: "...castelhana, Técnica de Limpeza, 1.63m de pura beleza. (...) ", que teria aceitado a empreitada de lavar as escadas de toda a Cidade de Tróia. Períneo, homem muito macho e que não perdia uma, ao ver aqueles glúteos a preambular ali mesmo a sua frente, dá-lhes um leve mas ternurento apalpão. Esperaza, que não era mulher de se ficar, e de mau humor de farta de tanto sangue limpar das escadas, arremessa-lhe um valente pontapé nas partes baixas. Todos, mas quando digo todos foi mesmo todos os guerreiros que lutavam uns com os outros pararam, e, como que em forma de homenagem, adoptaram a mesma expressão corporal de Períneo: segurando a zona da virilha com ambas as mãos e num esgar de agonizante dor, inspiraram fortemente pela boca da mesma maneira como se chupa por uma palhinha. O silencio era total, entretanto Aquiles deslocou-se ao socorro do amigo perguntando:

- "Acertou-te nos tomates?"

Ao que este retorquiu numa voz muito aguda e efeminada:

- "Nãããão... Foooi nooo... αυτότοντομέαεδώότιείναιμεταξύτωνντομάτεςκαιμαλάκας!!!"

Uma das traduções possíveis é esta: "esta zona aqui que fica entre os tomates e o olho do cu".

Como o nome era tão comprido, passou então a se denominar "períneo", como forma de tributo, porque podem querer ou não, mas a Guerra de Tróia terminou naquele exacto momento, mais ninguém tinha vontade de lutar depois de presenciar tal acto de violência. Períneo, o homem, viveu ainda mais 45 anos em Tróia, casou com Esperanza, mas nunca foram capazes de ter descendentes vá-se lá saber porquê.

Mas pobre Aquiles foi a ultima vitima dessa terrível guerra, quando se aproximava do seu amigo, para lhe prestar auxilio, Períneo deixa escapulir o pesado escudo redondo, típico para o uso na falange espartana, que acertou Aquiles no seu pé esquerdo, o que o deixou agarrado ao mesmo em agonizante dor saltando ao pé-coxinho para trás e que o levou a tropeçar com o calcanhar que o fez cair por entre uma das ameias da muralha da cidade falecendo então ao se encontrar com o chão a uma certa velocidade. Sendo um nobre príncipe, e muito respeitado, todos concordaram ali mesmo contar a história de uma outra forma, daí as inúmeras lendas que conhecemos hoje.




NOTA: Todo o conteúdo deste blog é baseado em factos reais sendo que se torna muito difícil distinguir a ficção da realidade.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

O prefixo "Ex-" (eis)

O prefixo "ex-" (eis), que significa: fora de, saída, afastamento, separação. Quando unido por hífen a um substantivo, indica que o nome indicado deixou de ser o que era (ex.: "ex-namorada") ou de exercer cargo ou função que tinha ( ex.: "ex-cônsul").
A história deste prefixo remonta a década de 1930 altura da Grande Depressão. Nessa altura um jovem americano de descendência Turca, de seu nome Mahmut, ingressa na "U.S.Navy" (a Marinha do exercito Americano),e correu o mundo, conheceu tudo o que havia para conhecer. Durante a sua expedição, Mahmut ganhou uma certa reputação, a de provavelmente ter um membro sexual enorme, dai a alcunha que lhe deram: "mamute", isto também porque era mesmo esse o seu nome: "Mahmut" foneticamente é muito parecido com "mamute". Mahmut tinha um curioso hobby, sempre que ele encontrava uma namorada na cidade portuária onde o seu navio atracava, ele tatuava o nome dessa rapariga no seu braço, curiosamente, não sabemos se por mero acaso ou se seria um fétiche de Mahmut, mas todas elas tinham nomes começados pela letra "E". Mas como Mahmut nunca permanecia muito tempo no mesmo porto, logo após a chegada a um novo sitio ele procurava uma loja de tatuagens para que lhe fosse feito um "X" em cima do nome da sua anterior namorada, o que após algum tempo ficou conhecido como o prefixo "ex-" para "ex-girlfriend" do Inglês e "ex-namorada" no Português! Basicamente a história termina aqui, mas gostaria de partilhar convosco o que foi o resto da curta vida de Mahmut: certo dia em "Pearl Harbor", Mahmut apaixonou-se uma vez mais, por uma raparia de porte altletico de seu nome Sam, e numa noite de preliminares escaldantes aos quais Mahmut julgava ir proceder um noite de coito escaldante, vem a verificar que Sam não era diminutivo de Samatha mas de Samuel, Mahmut foi encontrado no outro dias, sem vida, tinha-se suicidado!
(este na imagem é o primo gay de Mahmut)




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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Antagonizar

Antagonizar, esta palavra tem de facto uma história muito engraçada, e ao contrario das outras palavras que já falei, esta, é a forma original da palavra, o radical por assim dizer. Este verbo intransitivo, tem como significado exactamente: contrariar, hostilizar, opor, exercer acção contraria. De origem "quichua", língua oficial do "Império Inca" manteve a sua fonética até aos dias de hoje, muito se deveu à semelhança de significado que ainda mantém com as duas outras palavras a que dela tiveram origem: "Anta" e "Agonizar".
(Tapirus terrestris)Anta, animal vulgarmente
conhecido como Tapir.
Habitat: Floresta Amazónia

Numa bonita primavera do ano de 1498, em "Tawantinsuyu", ou "Império Inca", hoje em dia o actual Peru, um jovem dentista, acabadote de se formar na faculdade de medicina de "Tawantinsuyu", instalou consultório na zona de "Cusco", mais conhecida por: "Umbigo do Mundo". Este jovem dentista sofria de, como dizer, sofria de um distúrbio patológico psíquico-somático que lhe afligia a zona da boca, era gago. Sinto muito ao dizer que, a sua carreira como dentista durou muito pouco, tão pouco que só teve um cliente: o "Filho de Inti", por outras palavras, o próprio Imperador em pessoa, filho do deus sol "Apu Inti" como eram considerados todos os imperadores Incas. O nosso caro dentista de tão nervoso, gaguejava, ga-ga-ga-ga-gueja-ja-ja-ja...java muito, coitado. O imperador explicou que lhe doía ali um dente, e o nosso dentista encaminhou-o para a cadeira examinou-o e, tentado impressionar o Imperador enquanto tentava remover o mal fadado dente com um alicate, sim porque a medicina dentaria da época não era propriamente a de hoje, não havia anestesia, enfim, com a torquez bem firme no dente exclamou:

- "Va-va-vamos lá-lá-lá anta-anta-anta-agonizar esse-esse de-de-de-ente!"

E puxou com toda a força. Sim, conseguiu remover o dente que puxou.
No outro dia foi executado, e é por esta razão que ninguém sabe qual era o seu nome afinal, é que o Imperador ordenou que nunca mais ninguém prenunciasse o nome do homem que lhe tinha arrancado um dente errado e provocado tal agoniante dor. Meu caro, olhe antes para o que estão a fazer, para depois não provocarem dor desnecessária a alguém, e ficarem conhecidos como antas.




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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Origem do sufixo "-ismo"

"-μóç" tradução "-ismós" tem origem na antiga Grécia, no principio da origem do primeiro latim complexo, ainda no sânscrito antigo. Este era utilizado para formar substantivos de acção a partir de verbos, exemplo: "acampar" acrescentando o sufixo ao radical, que é a forma primaria do verbo obtemos "campismo".
Estes são os factos de conhecimento geral que aprendemos na escola quando estudamos gramática, mas por trás desta aparente inofensiva forma gramatical paira uma aura de horror e tragédia, tragédia esta que foi imortalizada pela Ilíada de Homero. Na realidade os factos que deram origem a guerra em Tróia, que nada teve haver com o jovem Páris e a bela Helena, e nem Aquiles foi mortalmente ferido da forma como contam. Tudo se deveu a uma brincadeira infantil entre um dois jovens de 14 anos, Equinócio, de origem grega, que fugira da Grécia por estar farto de "IG", e Octávios, jovem troiano que se julga ter sido, muitos anos mais tarde, o primeiro top-model masculino e quiçá o primeiro metrossexual da história. Estes dois rapazes disputavam então, no ano de 1232 antes de JC, uma muito renhida partida de "παιχνίδι μάρμαρο", o tão popular "jogo do berlinde" que todos jogamos quando em crianças. Como todos os metrossexuais, Octávios, não tinha jeito nenhum para aquilo, e não gostava de perder, e como Equinócio não era daquelas bandas, Octávios criou a regra "-μóç" ("-ismós"), que consistia em ter uma mão com o dedo mindinho no sitio de onde se tinha de jogar o berlinde e a outra continuava do dedo polegar desta, diminuindo consideravelmente a distancia de onde se tinha de jogar, até ao sitio onde jazia o berlinde alvo, este movimento é actualmente conhecido por: "bute-sacada". Enfim, o jovem Equinócio não achou piada aquele movimento, foi fazer queixinhas ao seu pai. Muitos não sabem mas, Equinócio, era filho bastardo de Agamenon. E o resto já vocês conhecem o que aconteceu depois.
E assim, até aos dias de hoje, uma simples mão acrescentada a frente de outra para mais facilmente acertar em um berlinde, se tornou no sufixo que se acrescenta as palavras para lhes conceder uma forma de substantivo activo.



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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Sirigaita

A palavra sirigaita tem sem dúvida a mais bonita história de amor por trás da sua origem. Esta palavra de origem Britânica, remonta aos tempos que os Tudor, em 1485 e 1603, reinaram sobre a Inglaterra. Não, esta não é a história de monarcas cheios de tesão doidos para fornicar tudo o que mexe e tenha pernas, é a história de um pequeno rapaz de estábulo, de origem Italiana de seu nome Siri. Siri tinha 17 anos, cheio de furúnculos na cara, coitado era feio como o diabo, e não tinha sorte nenhuma com as empregadas da Casa Tudor, que preferiam, e alias algumas até o fizeram de facto, cortar os pulso a permanecer na presença de tal ser.
Edmundo Tudor, Conde de Richmond, era um putanheiro de primeira, e sovina que fazia o Tio Patinhas parecer um mãos largas, usava nessa altura uma pileca, uma égua tão velha que mais parecia uma mula, nas suas deslocações as casas das suas amantes, um dia, Siri, ao cuidar da dita pileca, apercebeu-se da forma carinhosa como a égua o olhava, farto de masturbação, e doido para enfiar em qualquer sítio seja ele qual for, Siri foi-se à égua. O amor cresceu entre os dois, e durante as duas 2 horas que Siri abusou da égua, esteve abstraído das pessoas que o espiavam do lado de fora. Aos sair do estábulo, foi saudado com palmas e risos. Siri envergonhado enforcou-se, e alguém por maldade, pensa-se que tenha sido o Conde de Richmond, por este ser um sádico filho da puta, baixou-lhe as calças enquanto Siri estava ali pendurado pelo pescoço. Mas qual foi o choque das tantas empregadas da Casa Tudor, ao ver o seu membro erecto devido ao enforcamento, e constatarem que Siri tinha-o tão grande como um cavalo, e choraram todas de desgosto. E daí deriva a palavra "sirigaita". Esta historia foi sendo esquecida ao longo dos anos, e "sirigaita" é nos tempos de hoje associada a um tipo de ave pernilonga ou uma mulher que se mete com os homens das outras.



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segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Ignóbil

"ig" deriva do grego "ig" que significa exactamente "ig" que era o que exclamavam os pupilos dos filósofos da era antiga quando descobriam qual era uma das suas particulares funções: levar no cu. Ora ao saber disto os pupilos exclamavam "ig". Já o termo "gnó" é um termo moderno muito usado no norte de Portugal como forma de insulto, insulto este que descreve alguém mesmo muito feio, com semelhanças físicas ao nível da face com uma espécie bovina proveniente do continente africano: o "Gnu", este perjúrio é normalmente encontrado a se vociferado da boca de alguns taxistas na zona do Porto e também Braga. Já "bil" não faço porra de ideia de quem é que foi o cabrão que se lembrou de acrescentar, por mim a palavra seria: "ignó", um misto de medo de levar no cu por alguém tão feio como uma vaca! mas isto sou só eu!




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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Insolvência

"Insolvência" é uma palavra de origem germânica, que teve origem por volta do século V ou VI depois de JC, é uma clara alusão as constantes tentativas por parte dos Romanos de invadir a então Germánia. Começou por ser usada de forma pejorativa para ofender as mãezinhas dos generais Romanos, mas como não sortia o tal efeito pretendido foi então associada ao que hoje nos nossos dias a entendemos como tal, passo a descrever: "A insolvência é um estado em que o devedor possui mais dívidas do que a quantidade de seus bens para saldá-las. Uma empresa insolvente poderá ao final de um processo ser declarada em falência ou em recuperação."



Para o cidadão comum, voxPop, por assim dizer, esta palavra sofre algumas metamorfoses, talvez por ser de senso comum ou porque simplesmente a porra da palavra não faz porra de sentido nenhum, começou-se a usar o termo "cão", que como é do conhecimento geral é um animal, mas não obstante significa que: "não tenho dinheiro aqui comigo para pagar a cerveja ó vizinha, aponte ai que pago-lhe para a semana.", assim o vês tu assim o vejo eu, o dinheiro quero eu dizer!




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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Necrofilia

Necrofilia deriva do grego νεκρός [nekrós] prefixo que exprime a ideia de morte; "morto", "cadáver", e φιλία [filía] palavra grega para amar, sentir desejo sexual; "amor". Nome feminino, Necrofilia em termos clínicos uma aberração da sexualidade que leva à profanação de cadáveres. 

Já estão todos com vontade de vomitar, certo? Quem no seu perfeito juízo praticaria sexo com um cadáver? Eu não, mas, no ano de 1910, dia 5 de Outubro, 4 horas e 28 minutos da manhã, José Maria Campus, 17 anos, ardina de profissão, levantava-se para um dia que lhe ficaria para sempre gravado na mente a ferro e fogo, como vão descobrir mais a diante. Lisboa, estava um caos, mais de dois mil soldados e marinheiros revoltosos tinham tomado a cidade, e o exercito recusou-se a enfrenta-los, pobres prostitutas de então, não tinham mãos a medir, literalmente, se bem me faço entender... Zé Maria, virgem, ficou perplexo ao testemunhar tal fornicação na baixa Chiado, era por todos os lados e em todos os cantos, Zé Maria deslocava-se a alta velocidade na sua bicicleta pasteleira, e fazia tudo menos olhar em frente, desnorteado que estava vendo tanta fornicação chocou violentamente contra um muro, projectado veloz-mente para o lado de lá, Zé  desmaia, ao bater de encontro algo a que ele não conseguiu reconhecer mas que lhe fazia sentir profundamente reconfortado.
Ao voltar a si, dá-se conta que está no centro de um auditório, do típicos de faculdade da altura, e um cavalheiro de monóculo e de bata branca se dirige muito formalmente aos espectadores que ali estavam olhado incredulamente para José Maria Campus, reparou então que à sua frente estava uma marquesa onde algo jazia coberto por um lençol branco. Tentou soltar-se e foi então que sentiu... tinha o órgão sexual preso em algo, assustado, levantou lentamente o lençol para desmaiar logo de seguida! José Maria tinha acabado de olhar nos olhos de Margarida Canhota, a prostituta mais velha e feia de Lisboa, mas o que o fez desmaiar, foi o facto de o seu pénis estar enfiado na boca desta e esta ser cadáver. Era então 15:27, segunda aula de biologia e física, na Faculdade de Ciências Naturais, a Republica tinha sido implantada por volta da hora que José Maria assim foi encontrado, 9 horas da manhã.




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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Nostalgia 2/2

Sócrates, (Sōkrátēs, em Grego: Σωκράτης; 469–399 a.C.) filósofo ateniense, um dos mais importantes ícones da tradição filosófica ocidental, tinha pela frente um novo ano lectivo com novos pupilo, quando ao chegar perto da sua liteira para se deslocar a escola a encontra completamente vandalisada e sem os seus dois escravos. Forçado a tomar os transportes públicos, uma carroça comunitária que circulava por Atenas de cada 20 em 20 voltas da ampulheta de areia, Sócrates imagina quem lhe poderia ter feito tal malvadez!
Chegado a faculdade, cumprimentado outros seus colegas do corpo docente: Platão, Aristóteles, Xantós etc... etc... Sócrates dá de caras com uma manifestação, cartazes em riste e gritos de guerra:



- "IG" mais não, prefiro uma constipação!! (Para quem não sabe naquela altura uma constipação era uma doença mortal, e o único tratamento da época era ingerir grandes quantidades de urina, enfim, muitos preferiam falecer.)
- Levar no cu faz doer, e nós queremos é aprender!!!
- No meu é que não o pões! E não me venhas com sermões!

Etc... etc...
Prática comum que era na altura; "IG" foi banido de desde então das faculdades, até aos tempos de hoje!



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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Nostalgia

Nostalgia derivação do Grego: "nóstos" , «regresso» (επιστροφή) +algos, «dor» (πόνος), em Francês: nostalgie, e adaptado a todas as línguas latinas românicas e saxónicas muito mais tarde.
Nostalgia descreve uma sensação de saudades de um tempo vivido, consequentemente idealizado e/ou irreal.


Como é lógico esta palavra de origem grega teve também origem por volta da mesma altura da palavra "IG". Os pupilos dos filósofos de então (470 - 300 a.C.), ao regressarem das suas férias de Verão passadas no regaço de suas mães, de volta aos ensinamentos dos seus mestres, idealizavam o novo semestre lectivo julgando que seria diferente do anterior, sem "IG". Ora, como sabem, "IG" deriva do grego "IG" que significa exactamente "IG" que era o que exclamavam os pupilos quando descobriam qual era uma das suas particulares funções: Levar no cu.



Sócrates, (Sōkrátēs, em Grego: Σωκράτης; 469–399 a.C.) filósofo ateniense, um dos mais importantes ícones da tradição filosófica ocidental, tinha pela frente um novo ano lectivo com novos pupilos...


 (...) Para quem quiser a continuação desta história terá de sugerir a pagina do facebook a seus amigos para atingirmos os 2000fãs e em consequência levar Joel Santinho a fazer a depilação aos membros inferiores!


Aqui está o Link da nossa pagina no Facebook: Tertúlia no Facebook
E o link para a história de "IG": Ignóbil


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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Epopeia

Epopeia, substantivo feminino, é um poema épico. Um poema heróico narrativo extenso, uma colecção de feitos, de fatos históricos, de um ou de vários indivíduos, reais, lendários ou mitológicos. E aqui estão alguns exemplos de Epopeias:


  • Homero: Ilíada, Odisseia
  • Virgílio: Eneida
  • Dante Alighieri - A Divina Comédia
  • A Canção de Rolando (anónima)
  • Luís Vaz de Camões: Os Lusíadas
  • Beowulf (anónima)
  • Ludovico Ariosto: Orlando Furioso
  • Hesíodo: Teogonia
  • Torquato Tasso: Jerusalém Libertada
  • John Milton: Paraíso Perdido
  • A Epopeia de Gilgamesh (anônima)
  • O poema de Digenis Akritis (anônimo)
  • Manuel Bandeira: Testamento

Mas com todas estas Epopeias famosas, falta referir a melhor e mais bela Epopeia de sempre:

"Jaquim Zé nas Garras do Mandarim"

Canto Um

Zé Jaquim, casou com Maria Manuela,
Iam ser felizes e ter uma filha;
Viu uma bruxa numa moela de galinha,
Que depois foi parar a panela,
Numa receita esquisita que levava baunilha!
-"é verdade sí sinhori!" Jurou a bruxa pela sua alminha!
Quem comeu a galinha foi uma cadela,
e o bruxedo deu pró torto,
Zé Jaquim e Maria Manuela
Tiveram um filho, mais valia terem feito um aborto...

Canto Dois

Jaquim Zé, filho de seus pais;
Os que foram à bruxa,
Era burro coitadinho
Passava a vida deambulado pelo cais
Trazia na boca a sua xuxa
Dava pontapés nas pedras do caminho
Tinham então dezoito anos
Só uma coisa lhe valia
Bonito como era, nem o cão de guarda lhe latia!
Mandarim, rotweiller de 50kg e tais...
Negro e demoníaco, de olhar aterrador:
Conta-se que uma vez devorou um labrador!
As más línguas dizem macho, as boas cadela...
Terá sido a que comeu a galinha da panela?

Canto Três

Quando cachorro, Mandarim era meiguinho
Ganhou este seu nome depois de crescer,
Quando uma vez comeu também um chinezinho,
O seu nome antes era Malmequer
Mas o burro do chinês, queria tubaros para o almoço
Acabou sendo ele comido, nem sobrou o pescoço!
(Nota: Se consegues adivinha,
a razão pela qual,

acabou o chinês sendo,
papinha
do feroz animal!!!)



Canto Quatro


Eu ia agora versar sobre o chinês também

Porque é assim que são as Epopeias:
Falam de todos e mais alguém.
O pior é que isto é a rimar
Dá uma trabalheira do caraças.
Mas eu não me quero atrasar,
Porque tenho uma gaja no meu quarto,
Vou dar lhe uma de quatro
Que até dá vontade de uivar!



Beijinhos e até para a semana!



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