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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Oh, isso são as más linguas!!!!.


No prédio da frente dois novos inquilinos, dona Genoveva e sua vizinha Albertina andavam de um lado para o outro e segredavam, quem serão? Sabia-se já á partida que não conseguiriam dormir nessa noite. Era já tarde e os novos inquilinos já não iriam sair. Genoveva a mais velha dizia:
-Ai vizinha mas quem serão, você chegou a ve-los?
Albertina:
- Sim vi dois rapazes a entrarem, ai vizinha acho que são daqueles que sairam agora do armário.
G.- Sairam do armário, oh mulher o que é que você está praí a dizer?
A.- Aqueles que dizem que são gays,...
G.- Gays? Que raio é isso?
A.- Maricas, porra você tamei nã percebe nada.
G.- Nã me diga uma coisa dessas!!!...
A.- Digo, atão dois homens vivendo na mesma casa só pode ser. Isto o mundo tá perdido vizinha.
Cansadas de esperar, recolheram-se, no dia seguinte ainda não eram 7h da manhã já elas andavam na rua, de um lado para o outro, nervosas e sempre de olho a espera que a janela abrisse ou que algum deles saisse de casa.
9h da manhã e elas lá continuavam, segredavam e cada vizinho que passava diziam: Temos novos vizinhos diz-se por aí que são maricas. Uns nem tomavam atenção, outros diziam-lhes para se meterem em casa e outros até paravam para perguntar mais alguma coisa. Eram já 11h quando um deles saiu deixando a porta entreaberta... Dona Genoveva, disse: Vou espreitar para ver se consigo ver alguma coisa. Você fique aqui para se vier alguem grite.
Genoveva era uma mulher forte e tinha o péssimo hábito de andar sempre de lingua de fora, tinha uma lingua tão grande que se babava sem sequer dar por isso. Lá foi ela espreitar, pôs a cara na greta da porta e de repente o outro homem do lado de dentro empurrou-a com uma furia que a mulher nem teve tempo de se afastar ficando com a lingua entalada. Nunca mais falou.



NOTA: Todo o conteúdo deste blog é baseado em factos reais sendo que se torna muito difícil distinguir a ficção da realidade.Todas as imagens neste blog são descaradamente roubadas aos seus legítimos proprietários, desculpem lá qualquer coisinha!

Má língua

Em qualquer grupo de amigos existe má língua. E não me venham com: "Não!!!! Nada disso!! No meu grupo de amigos não há má língua nenhuma!!" - porque tanto vocês como eu sabemos que isso não é verdade.
Ainda há pouco tempo, eu e os meus amigos fizemos um almoço entre a malta, e porra!!! Se houve má língua!
A língua de vitela tinha falta de sal, a língua de vaca já foi comprada fora do prazo, e a língua da Gertrudes tinha aftas. Fonix!!!
Más línguas, há muitas. boas línguas conto pelo meu dedo :P
Uma boa língua, e sejamos honestos connosco próprios, é o que as mulheres procuram, e os homens querem ter. Senão, vejamos este vídeo.
Nada disto. A má língua, segundo o que entendemos pela expressão, é "cortar na casaca", falar mal, portanto. Aplicada conforme as regras, ser "má língua" é falar mal de fulano ou beltrano, ou fulana ou beltrana...
Por outro lado, uma má língua será uma língua que não é boa, como a da vitela e a da vaca, lá de cima.
Mas a única má língua que interessa (quer dizer... não interessa), é a língua pouco trabalhadora, pouco habilidosa, ou mesmo desastrada, como fala o nosso amigo aqui em baixo.



NOTA: Todo o conteúdo deste blog é baseado em factos reais sendo que se torna muito difícil distinguir a ficção da realidade. Todas as imagens neste blog são descaradamente roubadas aos seus legítimos proprietários, desculpem lá qualquer coisinha!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

A minha má língua

Todos os responsáveis em altos cargos políticos ou administrativos portugueses (e estrangeiros) queixam-se sempre do mesmo. Um dos grandes males de Portugal é ser pouco produtivo. Os portugueses, regra geral, não gostam de trabalhar. Mal que ao que parece apenas afecta os portugueses intra muros, isto é, aqueles que moram dentro da fronteira do país. Os nossos emigrantes são elogiados precisamente pelo oposto, por serem muito produtivos, promovendo o enriquecimento de países estranhos, não aquele que lhes vai na alma da saudade e que os faz regressar praticamente todos os verões. 

Pois eu acho que vêem tudo ao contrário. De facto, o povo português é muito produtivo. Talvez não naquilo que deveria, mas é. Todos já devem ter reparado nas cusquisses, no olhar para a galinha da vizinha e nas mil e uma razões que se arranja para justificar aquilo que se passa na casa ao lado, na porta da frente, nas pessoas que se observa no café. Na roupa que vestem, no carro, nas companhias, etc.

Nisto somos muito produtivos, de facto. A má língua atravessa este país de lés a lés e de forma muito produtiva. Devíamos começar a taxar a má língua e de certeza que não seria preciso cortar salários ou aumentar impostos.
© Joaquim Guerra



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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Insolvência

"Insolvência" é uma palavra de origem germânica, que teve origem por volta do século V ou VI depois de JC, é uma clara alusão as constantes tentativas por parte dos Romanos de invadir a então Germánia. Começou por ser usada de forma pejorativa para ofender as mãezinhas dos generais Romanos, mas como não sortia o tal efeito pretendido foi então associada ao que hoje nos nossos dias a entendemos como tal, passo a descrever: "A insolvência é um estado em que o devedor possui mais dívidas do que a quantidade de seus bens para saldá-las. Uma empresa insolvente poderá ao final de um processo ser declarada em falência ou em recuperação."



Para o cidadão comum, voxPop, por assim dizer, esta palavra sofre algumas metamorfoses, talvez por ser de senso comum ou porque simplesmente a porra da palavra não faz porra de sentido nenhum, começou-se a usar o termo "cão", que como é do conhecimento geral é um animal, mas não obstante significa que: "não tenho dinheiro aqui comigo para pagar a cerveja ó vizinha, aponte ai que pago-lhe para a semana.", assim o vês tu assim o vejo eu, o dinheiro quero eu dizer!




NOTA: Todo o conteúdo deste blog é baseado em factos reais sendo que se torna muito difícil distinguir a ficção da realidade.

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