sábado, 23 de julho de 2011

Passatempo Arroz de Pato!

Quem souber o nome da rua onde o "Agente da Juditel" (Joel Santinho) dá aquela maravilhosa cambalhota abilita-se a ganhar uma t-shirt Tertúlia Cor-de-Burro-a-Fugir original! Basta enviares a resposta para o mail tertuliacordeburroafugir@gmail.com, com o titulo do assunto "arroz de pato passatempo"




NOTA: Todo o conteúdo deste blog é baseado em factos reais sendo que se torna muito difícil distinguir a ficção da realidade. Todas as imagens neste blog são descaradamente roubadas aos seus legítimos proprietários, desculpem lá qualquer coisinha! Se querem deixar o vosso desagrado façam-no aqui ou em: Tertulia Cor-de-Burro-a-Fugir no Youtube

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Sabias que? 11

Que a bicha-cadela europeia tem dois pénis?

Sim e um deles é para ocasiões especiais! A bicha-cadela tem um pénis a mais para o caso do primeiro se partir.

Essa descoberta deu-se na Universidade Metropolitana de Tóquio quando dois observadores estudavam este bichinho e um deles beliscou o rabo de uma bicha-cadela macho durante o acto sexual. O pénis partiu-se dentro da fêmea mas rapidamente foi produzido um suplente.

Os dois pénis são muito frágeis e comprimidos, com pouco mais de de um centímetro de comprimento, sendo muitas vezes mais compridos do que a própria bicha-cadela.

Alguém precisa de um pénis extra?


NOTA: Todo o conteúdo deste blog é baseado em factos reais sendo que se torna muito difícil distinguir a ficção da realidade. Todas as imagens neste blog são descaradamente roubadas aos seus legítimos proprietários, desculpem lá qualquer coisinha! Se querem deixar o vosso desagrado façam-no aqui ou em: Tertulia Cor-de-Burro-a-Fugir no Youtube)

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Cedo...

A Google tem uma nova rede social. Fim de história e o título deste post nada tem a ver com isto, nem com nada que se assemelhe!
Até para a semana!
Até mas é que era bom que se livrassem de mim assim tão facilmente. Mas não!!!
No fim-de-semana foi libertado um perigoso vídeo no Youtube


E é tudo por hoje! Acho...


NOTA: Todo o conteúdo deste blog é baseado em factos reais sendo que se torna muito difícil distinguir a ficção da realidade. Todas as imagens neste blog são descaradamente roubadas aos seus legítimos proprietários, desculpem lá qualquer coisinha! Se querem deixar o vosso desagrado façam-no aqui ou em: Tertulia Cor-de-Burro-a-Fugir no Youtube

terça-feira, 19 de julho de 2011

Insignificâncias



Damos demasiada importância a insignificâncias. De facto, preferimos atender a detalhes do que observar todas as partes, pensar a sério sobre as mesmas, e sob diferentes prismas.



Há dias a Web nação portuguesa revoltou-se contra a Moddys porque qualificou a dívida de Portugal de lixo. Sim, leram bem. A dívida é que foi considerada lixo, não o país. Alguém nessa altura se perguntou porquê? Alguém se pergunta como foi possível um estado viver acima das suas possibilidades durante tanto tempo? Um estado dar importância a insignificâncias ao invés de estruturar de facto o país? Um estado governado por uma personagem que comprava fatos na Califórnia (e nem vou falar do preço dos mesmos, nem do custo da viagem em primeira classe).


Julgo que é mais fácil falar do plantel desmesurado do Benfica, da morte do Angélico (se tinha ou não cinto, a que velocidade conduziria ele, etc. tudo notícias importantes e apoiadas em factos…). Não tenho nada contra esse clube, nem contra esse cantor, mas desculpem-me… achei ridículo o comportamento dos populares, que nem respeitar a privacidade da família soube. Mais uma insignificância para a maioria… não?


Ora outra insignificância para vocês, mas que tem muito valor para mim é a provável hibernação do meu computador, obrigando-me a endividar-me para trocar. O problema é que ainda não chegou e por isso, vamos lá ver quando volta a crónica. Espero não me atrasar como hoje, mas quando se está com um computador temperamental, tudo pode acontecer.


© Joaquim Guerra

significÂncia
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segunda-feira, 18 de julho de 2011

Eu Lúcifer, tu Jane??

Quase todos tivemos uma fase satânica. Não? Pronto, eu tive. Mas nada de ir prós cemitérios fazer bruxedo ou isso, era mais a nível literário. A dada altura da minha vida tudo e mais alguma coisa que fosse livro que tivesse no titulo as palavras "Lúcifer", "Satanás", etc, etc, eu comprava. Tenho um livro chamado "Satanás" e um outro intitulado "Eu, Lúcifer", e é deste ultimo que vou falar nesta crónica tertuliana chamada: Livro Livrinho.






Dei por mim, entre a compra de "Um mostro precisa de amigos" (ou "Dexter" em inglês, muito antes da série da TV o ter tornado o mais famoso Serial Killer de sempre a seguir ao Hanibal) e este livro, "Eu, Lúcifer", escrito por um tal Glen Duncan. Comprei e sem duvida valeu a pena.




Quem já viu o filme "A Cidade dos Anjos" com o Nicolas Cage e a Meg Ryan? Pois, então em vez de um anjo bomzinho acabadinho de cair do céu imaginem que era Lúcifer, o Estrela da Manhã em pessoa, Legião, etc, etc... Ah, pois, nada de bom poderia vir disto certo? Errado, enquanto no filme do Nicolau Jaula o anjo interpretado por ele só experimentou coisas boas, e no final quando ela morre experimenta a dor de perda (ah ah já vos estraguei o filme), no livro "Eu, Lúcifer" o gajo experimenta tudo, tudo é belo, tudo é maravilhoso. Não vou começar a descrever as coisas como Lúcifer, mas a verdade é que ler este livro fez-me olhar para tudo de uma maneira mais atenta, e mais, alertou-me seriamente para esta verdade absoluta: "Só somos os BONS dependendo do ponto de vista, há sempre alguém que nos acha MAUS."

A escrita é jovem e fluída, posso dizer que é leve, mas não é bem assim, tem muitas descrições pormenorizadas de coisas que podem deixar a maioria das pessoas chocadas.

Identifiquei-me bem na personagem, mas mesmo que não tivesse acontecido acredito que sentiria empatia pelo seu fado. Desafio a quem ler, ou a quem já leu, que descubra uma das particularidades do nome de uma personagem (Pista.: Atenção ao nome do gajo que se suicida).

Sinopse.:

O diabo resolveu contar a sua versão da História e não está com meias palavras...
Muito aplaudido pela crítica, Eu, Lucifer revela-nos o talentoso Glen Duncan, autor que parece ter apurado o estilo sarcástico, divertido e inteligente que caracteriza a sua escrita.

«Eu, Lúcifer, Anjo Caído, Príncipe das Trevas, Portador da Luz, Governante do Inferno, Senhor das Moscas, Pai das Mentiras, Apóstata Supremo, Tentador da Humanidade, Serpente Velha, Príncipe deste Mundo, Sedutor, Acusador, Atormentador, Blasfemo e, sem sombra de dúvida, a Melhor Foda do Universo Visível e Invisível (perguntem a Eva, essa descarada!), decidi — ô-lá-lá! — contar toda a verdade.
Toda? Bem, quase toda. Estou a pensar utilizar isto como título: Quase Toda. Não acham que tem uma certa modéstia pós-milénio? Quase Toda. A minha versão da história. O funk. O jive. O boogie. O rock and roll. (Fui eu que inventei o rock and roll. Nem imaginam as coisas que eu inventei. O sexo anal, obviamente. Fumar. Astrologia. Dinheiro… Não desperdicemos mais tempo: tudo aquilo que existe para vos distrair quando tentam pensar em Deus. O que… na verdade… é quase tudo o que existe no mundo, não concordam? Deuses.)»

Glen Duncan afirmou-se no panorama literário inglês com os seus dois primeiros romances, Hope e Love Remains.



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