Mostrar mensagens com a etiqueta Quem não sabia fica a saber... Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Quem não sabia fica a saber... Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Léxico

"Léxico", este substantivo masculino é todo o conjunto de palavras que as pessoas que usam uma determinada língua têm à sua disposição para se expressar, oralmente ou por escrito, é como dizer: Dicionário. Esta definição como hoje a conhecemos, teve muitas transformações ao longo dos anos, assim como a sua origem e derivação, nos é de todo desconhecida. Por isso aqui vai uma pequena fábula completamente inventada e que nada, mas nada tem a ver com a realidade!

Dizem as más línguas que foi a mulher que inventou a linguagem (léxico), quiçá, para falar de penteados ou da novela da noite anterior. Não terá sido bem assim. Vejamos:

Léxico, jovem romano de 17 anos, já considerado um membro influente no seio da comunidade romana, repentinamente mudou a sua atitude perante a restante comunidade. Estava sempre triste, deprimido, no entanto com um estranho brilho nos olhos. Parecia apaixonado, mas não correspondido.
Amadeus, centurião experiente de 22 anos, querido e amado pelo seus conterrâneos devido aos seus grandes feitos (ele ia com o restante batalhão e regressava. Fantástico!!!!), baixou de produção e, também ele parecia apaixonado, mas não correspondido.
Certo dia, no grandioso Coliseu (não o de Roma, o dos Recreios), Léxico tinha ido assistir a um espectáculo de Ballet russo e, sem que nada o fizesse esperar, encontrou Amadeus, para jubilo de ambos os romanos amantes de ballet. Diz-se que de Lisboa até Roma, nunca eles se calaram (refira-se que a viagem foi toda feita de burro).
Regressados a Roma, os dois amigos foram recebidos com aplausos e flores e tapete vermelho.
Felizes e concretizados seguiram cada um o seu caminho e casaram.
Amadeus não desiludiu Roma e casou com Hipólitus Grossus, centurião veterano. Os dois tiveram 6 filhos romanos genuínos, e 4 filhos bárbaros bastardos.
Já Léxico desiludiu toda uma comunidade e ideologia e casou com uma mulher: Mariana.

E assim, continuando sem saber porquê, apareceu o termo léxico, associado a todo um conjunto de palavras que compõem uma determinada língua, na altura o latim.


Nota do Editor: A parte da fábula, para quem não reparou, é o facto da viagem entre Lisboa e Roma ter sido feita de burrico, que teve de levar com as duas madalenas sempre a cacarejar. O burro teve internado num hospício, e passados 20 anos saiu, por bom comportamento. Mais tarde, foi considerado um louco saudável, e foi convidado para uma sequela de filmes de um mostrengo verde, com grande sucesso por todo o mundo do qual "Madeira Sagrada" esta neste momento a lançar o 4º filme.


NOTA: Todo o conteúdo deste blog é baseado em factos reais sendo que se torna muito difícil distinguir a ficção da realidade.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Mazorral

"Mazorral" nasceu no continente Africano, mais precisamente Angola, de quando da visita papal de "Joseph Alois Ratzinger", AKA: Papa Bento XVI (em latim Benedictus PP. XVI, em italiano Benedetto XVI).

21 de Março de 2009, 16:30, o Santo Padre discursava para uma multidão de jovens angolanos no Estádio dos Coqueiros, entre eles, uma casal recém casado, Maria Beneditina Alvalade de Assunção Trindade Costa de Jesus Maria José e Marco Coisinha, estava de esperanças, e aguardavam que Maria desse à luz muito em breve, tão mas tão em breve que Maria entrou em trabalho de parto naquele preciso momento.

Sua Santidade discursava ardentemente sobre como o preservativo não era a solução, mas sim, cruzar as pernas isso sim, era a solução, quando Maria solta um estridente grito, grito este que não chegou aos ouvidos do Sumo-Sacerdote que prosseguiu!

(Maria) - Aaaaaaiiiiiiiiiiii!!!!! Marco, é agora...
(Marco) - Ué? É agora o quê mulhê? Você ti acalma, o Papa tá falando!
(Maria) - É, tá falando, má eu vou dá à Luz!!!!!
Perto deles, um senhor de seu nome António Francisco Frederico Jacinto Antunes Matias Felisberto da Costa e Silva Conceição Nunes de Duarte, muito incomodado como o barulho que o jovem casal fazia exclamou:

(António) - Tenham respeito, mais'óral qui ó Papa não é educado!

Maria e Marco gostaram da palavra que julgaram ter ouvido: Mazorral, e assim baptizaram o bonito rapaz que nasceu nesse mesmo dia, bonito e bem de saúde!

E assim nasceu Mazorral.

Mazorral - adjectivo que significa grosseiro; incivil.

(Marco, pai de Mazorral sonha que um dia ele cresça e se torne jogador do Benfica.)



NOTA: Todo o conteúdo deste blog é baseado em factos reais sendo que se torna muito difícil distinguir a ficção da realidade.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Amizade

"Amizade" que deriva do latim "amicus"; amigo, que possivelmente derivou de "amore"; amar, ainda que se diga também que a palavra provém do grego. Afeição recíproca entre dois entes, amizade, este substantivo feminino tem sido o "mote" de tantas histórias coloridas ou não, ao longo das eras, tal como na pequena fábula de "Lá-foitêle" que passarei a narrar de imediato:

Gambuzino e Latibó, grandes amigos inseparáveis, viviam para a aventura. Certo dia, a madrasta má de Gambuzino, cheia de más intenções, ordenou que ambos fossem ao mercado da cidade e trouxessem "Pirarucu", um peixe de grandes dimensões:

- Meninos, vão ao mercado e tragam os dois "Pirarucu"! - Disse a madrasta má.
- Mas nós não gostamos de "Pirarucu", não podemos antes encomendar uma pizza?
- NÃÃÃÃO... Vão os dois comer "Pirarucu", e não chora!!! - Gritou a madrasta má.



Sem forma de se escaparem à "Pirarucu", os dois amigos dirigiram-se ao mercado da cidade, tomado, como é óbvio, o caminho mais afoito, por dentro da floresta assombrada, e caso se perdessem, foram deixado migalhas de "papo-seco", da sandes de mortadela que os dois amigos partilhavam.
Chegados ao mercado, dirigiram-se à bancada do peixe e pediram um "Pirarucu" para cada um deles, ao que foram imediatamente servidos pelo atencioso homem do peixe. Pelo caminho de volta, os dois grandes amigos vieram o tempo todo a brincar com "Pirarucu" como se fossem espadas, e os peixes ficaram com muito mau aspecto, e ainda por cima chegaram tarde a casa, pelo que a madrasta má, furiosa, deu-lhe "Pirarucu" tantas vezes seguidas, que Gambuzino fugiu de casa para nunca mais ser visto, e Latibó responde agora como arguido no processo "Casa Pia", alegando inocência por ter comido tanta "Pirarucu" quando em criança.


"Uma alimentação variada dá saúde e faz crescer, e o cu não fica a doer!"

"A rosa da profunda amizade não se colhe sem ferir a mão em muitos espinhos da contradição.
No abnegar é que está o vencer de muitas resistências invencíveis ao império da vontade."
Camilo Castelo Branco





NOTA: Todo o conteúdo deste blog é baseado em factos reais sendo que se torna muito difícil distinguir a ficção da realidade.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Loja dos chineses - Bazar

"Bazar" tanto pode ser um Nome (mercado público nos países orientais, mercado ou loja de quinquilharias, centro comercial, empório, venda de artigos geralmente artesanais para fins de beneficência), ou um Verbo Intransitivo (coloquial fugir precipitadamente, desaparecer; vazar
(Do quimbundo kubaza, «romper») ). Mas é sobre a sua forma Nome que vamos falar, mais precisamente a seguinte definição: "Arruamento coberto, no Oriente, para lojas de mercadorias", que pouco ou nada tem a ver com a origem desta palavra, mas que de uma forma muito curiosa, nos traz à descoberta da origem de um outro nome, o nome de um tradicional prato chinês. Sim, esta história passa-se num Bazar, numa rua em Taishan, mais precisamente no restaurante: "Pato Dourado" onde foi feito o primeiro chop suey ("pedaços misturados", em chinês 混合件) de sempre.
O Sr. John Shu, proprietário e cozinheiro do restaurante, estava no seu escritório tentando copular com a nova empregada, May Ling, boa todos os dias, quando de repente a sua mulher e... chop suey!
Foi os dias mais movimentados do restaurante, todos vinham para provar aquela nova iguaria que a Sra.Shu carinhosamente apelidou de "pedaços misturados do senhor Shu", literalmente!





NOTA: Todo o conteúdo deste blog é baseado em factos reais sendo que se torna muito difícil distinguir a ficção da realidade.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Tuning

Tuning (expressão inglesa traduzida como afinação ou optimização)

Este é o significado que sempre conhecemos, mas, em 1933, ano em que saiu no cinema a primeira versão do filme "King Kong", "tuning" era um termo muito usado pelo mais famoso mafioso de sempre, Al Capone.

O jovem Al Capone, (AKA: Scar Face) usava uma certa e determinada técnica de persuasão nos comerciantes, aos quais extorquiria dinheiro, o tal "tuning" que, pura e simplesmente consistia em amarrar a vitima, despoja-lo de toda a roupa da cintura para baixo, e da mesma maneira que se rodava os botões das antigas telefonias para se sintonizar um posto de radio, Al rodaria os testículos da sua vitima até esta se sentir obrigada a lhe dar toda e qualquer informação e/ou dinheiro que estivesse em sua posse! Dai a expressão "tuning", Al sintonizava as pessoas no posto que mais lhe convinha.





NOTA: Todo o conteúdo deste blog é baseado em factos reais sendo que se torna muito difícil distinguir a ficção da realidade.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Provérbios (pouco) Populares


Expõe-me com quem deambulas e a tua idiossincrasia augurarei.
(Diz-me com quem andas e te direi quem és)

Gifs Animados

Espécime avícola na cavidade metacárpica, supera os congéneres revolteando em duplicado.
(Mais vale um pássaro na mão, que dois a voar)

Gifs Animados

Ausência de percepção ocular, insensibiliza órgão cardial.
(Olhos que não vêem, coração que não sente)

Equídeo objecto de dádiva, não é passível de observação odontológica.
(A cavalo dado não se olham os dentes)

O globo ocular do proprietário torna obesos os bovinos.
(O olho do amo engorda o gado)

Idêntico ascendente, idêntico descendente.
(Tal pai, tal filho)

Descendente de espécime piscícola sabe locomover-se em líquido inorgânico.
(Filho de peixe sabe nadar)

Pequena leguminosa seca após pequena leguminosa seca atesta a capacidade de ingestão de espécie avícola.
(Grão a grão enche a galinha o papo)

Tem o monarca no baixo ventre
(Tem o rei na barriga)

Quem movimenta os músculos supra faciais mais longe do primeiro,movimenta-os substancialmente em condições excepcionais.
(Quem ri por último ri melhor)

Gifs Animados

Quem aguarda longamente, atinge o estado de exaustão.
(Quem espera desespera)

Gifs Animados



Todos estes provérbios são citados do blog: "A Casa do Maluco"




NOTA: Todo o conteúdo deste blog é baseado em factos reais sendo que se torna muito difícil distinguir a ficção da realidade.

terça-feira, 23 de março de 2010

Afoito

Não é este o momento da criação e/ou origem da palavra "afoito", isso nem mesmo o Diabo deve ter conhecimento. Mas achei por bem partilhar este facto da História convosco. Até porque mesmo nessa altura, "afoito" já significava o que ainda hoje significa: corajoso; audaz;
...
Hugo Pêra, homem dos sete ofícios, pescador nos tempos livres, passava agora por uma grande crise amorosa, tal qual a famosa musica imortalizada por João Simão da Silva (AKA: Marco Paulo): "eu tenho dois amores". Perseguido por duas mulheres loucas, e sedentas por receber os seus favores sexuais, Hugo Pêra é obrigado a emigrar para o Brasil. Decorria o ano de 1831, final da era de D. Pedro, O Libertador como era conhecido lá pelos lados de Vera Cruz. Hugo Pêra, acabado de chegar, com uma mão a frente e outra a trás, fez de tudo para conseguir trabalho, sem sucesso, já sem esperança, foi-lhe então entregue uma oportunidade: Trabalhar como striper num clube exclusivamente masculino. (?) Confundido? Eu próprio também o fiquei.

aqui está o único registo fotográfico de

Hugo Pêra quando da sua estadia no Brasil

Anos mais tarde, Hugo Pêra volta a Portugal com grande fortuna, e com o nome: José Rodrigues Penalva. Fez novos conhecimentos e grandes amizades. Certo dia, Janeiro de 1877, José Penalva (AKA: Hugo Pêra) enquanto montava a cavalo lá pelos lados do Ribatejo, acompanhado de um grande amigo, contava a este as suas aventuras em terras de Vera Cruz. Ao que este seu ilustre amigo exclamou alto e em bom som, num tom de surpresa:
-"Á foi tó Cuuuu....?????"
Parando abruptamente ao se aperceber da aproximação da comitiva do Rei D. Luis I, e em tom de disfarce, batendo vigorosamente nas costas de José Penalva (AKA: Hugo Pêra), dizia:
-"Afoito, este homem é afoito!"
Ao se aproximar deste dois homens, D. Luis perguntou:
-"O que torna esse homem tão afoito?"
Ao que o amigo de José Penalva (AKA: Hugo Pêra), bom amigo por sinal, conta a seguinte história:
-"Um enorme touro arrepiou caminho em nossa direcção, Vossa Majestade, e aqui o meu confrade José Rodrigues Penalva de um só golpe de seu sabre lhe cortou ambas orelhas."

D. Luis, aficionado que era das touradas entregou-lhe por decreto o viscondado no dia 8 de Fevereiro de 1877, dia em que Hugo Pêra, nos nossos dias conhecido por ter sido o Visconde de Penalva e Alva, comemorava 66 anos. ai está a verdadeira história por trás da lenda do "Maria Alva"





quinta-feira, 11 de março de 2010

Xenofobia

«Xenofobia» é uma palavra que, ao contrário do que se possa pensar, tem as suas origens no final do séc, XX.
Há que interprete esta palavra como um medo do estranho, do desconhecido, mas nem sempre foi assim: - De facto, “xeno” significa desconhecido, estranho; e “fobia” significa medo. – Pura ilusão!
Corria o ano de 1995 quando uma lindíssima mulher guerreira cruza caminho com Hércules, o mítico herói, filho de Zeus, rei dos deuses gregos, soberano do Monte Olimpo e deus do céu e do trovão. Esta mulher guerreira parecia ter os seus muito próprios objectivos e tenta ludibriar Hércules, mas claro, sem grande sucesso. A ideia de uma mulher com um passado desconhecido e traumático, que se ia revelando justa e bondosa com o passar do tempo, agradou a Hollywood, e assim nasceu “Xena – A Princesa Guerreira”, uma série de grande sucesso por todo o mundo, nos anos 90.

O que na realidade aconteceu é que Xena caiu em graça e criou uma moda: Mulheres independentes, lutadoras, respondonas e más como as cobras. Ora isto não agradou aos homens, por muito modernos que se sentissem, e assim nasceu a “Xenafobia” – todo o medo, terror, pânico causado por mulheres influenciadas pela série televisiva “Xena – A Princesa Guerreira”.
Claro que isto não podia durar muito, e o orgulho masculino cedo prevaleceu e, sem que ninguém se pudesse opor, o termo mudou para “Xenofobia”, medo do desconhecido, que não deixa de ter relação com o anterior. Toda aquela onda de mulheres “guerreiras” era algo de desconhecido para nós, homens.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Hipótese

Esta palavra significa actualmente, uma provável teoria, mas ainda não demonstrada, uma suposição admissível, por assim dizer, e há quem a utilize também para oferecer, de entre algumas variáveis, uma escolha. Por exemplo: vou dar a hipótese dos caros leitores deste blog de não continuarem com a leitura do resto deste texto e, se não a aceitarem, têm de ir até ao fim. Ou não!
Hipótese é uma palavra composta por aglutinação, sendo que a sua origem é “Hipo” e “Tese”.
Uma tese (literalmente 'posição', do grego q?siV) é uma proposição intelectual. Hoje é principalmente o trabalho académico que apresenta o resultado de investigação complexa e aprofundada sobre tema mais ou menos amplo, com abordagem teórica definida, enquanto que em relação à origem de hipo, existem várias teorias, sendo que a mais previsível é uma subtração da palavra hipopótamo.
Ora para chegarmos a esta palavra e este significado, muito alguém teve de penar, neste caso específico, duas personagens de muito pouca sorte.

Reza a história que um tal rapaz argelino, de nome Aurélio Agostinho (em latim: Aurelius Augustinus), um grande maluco nos seus tempos de juventude, lutou contra tudo e todos, mesmo sua própria mãe, ao não seguir a religião católica, e tornar-se um pseudo-filósofo (o que ele na realidade fazia era fumar umas ganzas e dizer umas parvoíces). Para além de dizer parvoíces, também as fazia, e foi o que aconteceu a 16 de Maio de 384 d.C. quando, mais uma vez, depois de fumar uma ganza de estrume de cavalo com os amigos, decidiu que o mais indicado para brincar seria um hipopótamo e dois romanos, adeptos fervorosos do “Ig”, coisa que Aurélio abominava com todas as forças do seu ser. E assim foi, Aurélio e os amigos jogaram os romanos para o meio dos hipopótamos, e digo-vos: não foi um espectáculo nada bonito de se ver. As posições adoptadas pelos animais em oposição aos panisgas romanos não fazem parte do argumento de nenhum conhecido filme pornográfico moderno. Não existe imaginação doentia actual que atinga o nível de asquerosidade visto então.

Foi esse o momento de viragem na vida de Aurélio Agostinho, que desde logo se converteu ao Cristianismo e se tornou bispo, escritor, teólogo, filósofo (a sério), padre e Doutor da Igreja Católica. Mudou o nome para Agostinho de Hipona e viveu e exílio até ao fim dos seus dias.
Então “hipótese”, como já devem ter percebido, tem a sua origem no facto de Aurélio Agostinho ter falecido em Hipona, e por ter escrito uma tese sobre a vida sexual dos hipopótamos-pigmeus-de-malta.
Refira-se que este homem, claro está, depois de falecido, passou a Santo Agostinho de Hipona.